Esta jornada existe porque você me disse que quer crescer de forma contínua, não rompante. Que quer voltar a ser expert, não vendedora. Que quer parar de inventar. É exatamente esse lugar que vamos construir juntas nesses seis meses.
— Juliana Feitosa
Sessões
individuais.
Todas via Zoom, gravadas. Gravação, resumo e to-dos disponíveis na Curseduca após cada sessão. Você tem 3 sessões individuais no seu pacote e ganhou uma sessão extra de abertura — por isso o contador vai até 4.
- Mapeamento da esteira: AFV do Zero (R$297), MPP/Aceleração (R$397–697) e Eleve (R$3.500, ~35 alunas)
- Onboarding do Eleve 100% por mensagem — impessoal para um produto de R$3.500
- Baixo preenchimento do formulário Notion (fricção de ferramenta)
- Falta de acompanhamento sistemático das alunas
- Camada de mentalidade/Valorize que foi perdendo espaço
- Meta: faturar R$100 mil/mês em mentoria
- O AFV leva a aluna ao próximo passo? A demanda está validada e a venda para público frio funciona. A suspeita é que o AFV não faz a aluna caminhar, e isso não é problema de conteúdo, é de jornada: falta fio condutor e guia de implementação.
- O salto para o Eleve não é o impeditivo. R$3.497 em doze vezes é acessível para quem vislumbra uma carreira, mais barato que uma universidade. O que falta é a aluna estar caminhando e desejar o próximo passo.
- A história do produto do meio. Nasceu como Mentoria Plano Prático, virou upsell, mudou de nome para Projeto de Aceleração num teste que não moveu a conversão. Encontros passaram de semanais para quinzenais porque o tema é cíclico.
- A lógica de venda (método Tiago Roas). Entrada para público frio, upsell, e downsell para quem não compra. Dois gaps conhecidos: quem compra e fecha a página sem ver a oferta do upsell, e a comunicação do downsell.
- Os números da aluna. Começa cobrando de R$500 a R$800, evolui para R$1.000. Dez clientes de mil geram de 7 a 10 mil trabalhando cinco horas em casa. Nesse patamar ela consegue destinar de R$300 a R$500 por mês para acelerar o negócio. O gargalo é o primeiro nível.
- Os modelos de comunidade explorados. Hub gratuito de movimento, comunidade entre AFV e Eleve, fusão do AFV com implementação, e o negócio inteiro como comunidade com níveis de acesso. O risco nomeado em todos: a pessoa ficar confortável e não ascender.
- O método ROE. Rotina, Organização e Inteligência, com duplo sentido: é o que a aluna entrega ao cliente dela e o que ela aplica no próprio negócio. O Valorize, construído com a Fernanda e em registro no INPI, nunca foi implementado.
- Casos que ilustraram a tese. A venda pelo direct na sexta (leitura do perfil, depoimento com número, pitada de mentoria, fechamento no mesmo dia). A Juliana, ex-operadora, que chegou a 5 mil em quatro meses porque só faltava posicionamento e venda. A Annali, dois anos no Crescimento até 16k sem querer subir. O desafio de 30 dias: de ~80 pessoas, 15 interagiram e 3 fecharam cliente.
- Os níveis são o ponto de partida, porque se aplicam aos dois modelos possíveis: nível 1 conhecimento, nível 2 implementação, nível 3 aceleração, nível 4 mentoria.
- O produto do meio é de implementação, não de aceleração. A função dele é fazer a aluna sair do zero ao um. A aceleração vem depois, quando ela já tem clientes.
- O programa de implementação continua como produto à parte. Não cabe embutir isso num curso de R$297, e é dele que sai a maior parte de quem sobe para o Eleve.
- O modelo é perpétuo com turminha. Ciclos de implementação, sprints, metas e calendário. A turma faz andar e cria compromisso.
- O acompanhamento se testa primeiro no programa de implementação, não no AFV, porque a conta do AFV está apertada e ali a aluna já demonstrou apetite por investir mais.
- A prioridade de execução é o AFV, para criar a máquina de ascensão nele. O caixa mais rápido vem de consertar a entrada.
- Regra de exclusividade entre níveis. Quem está em cima acessa tudo abaixo. O que é exclusivo de cima não desce. Chamar o nível de baixo para algo de cima só como degustação, quando o objetivo for venda.
- Consultoria particular entre alunas fica aceita como risco pequeno diante do benefício, com regras claras e expulsão por justa causa em caso de má-fé ou crítica ao método.
- Evento presencial fica para depois, quando o modelo estiver azeitado e houver caixa, com a Valéria como convidada e não organizadora.
- Julia assume a conferência de qualidade das edições, descrições, numeração e organização do que sobe na plataforma.
- A grande decisão: Escola ou esteira. Testar o modelo novo, com a escola e planos assinados por nível, ou manter produtos independentes. O feeling da sessão foi manter o produto de entrada como curso e criar a escola dali para frente. A decisão mais importante não é ter um grupão, é a narrativa: vender uma formação com começo, meio e fim, ou vender pertencimento a um lugar onde ela cresce.
- O método. Confirmar o ROE como espinha e decidir se o Valorize entra agora. Como o AFV já vai ser mexido, este é o momento mais barato para regravar.
- A nomenclatura. Como chamar o produto do meio e o guarda-chuva (escola, academy, clube). O teste real é qual palavra a aluna entende, não qual soa melhor.
- A estrutura do topo. Se Crescimento e Escala seguem com o mesmo preço, se entra um nível intermediário, e onde encaixa a mentoria de 15k.
- O nível menos um. Se vale criar uma entrada só técnica, com o ROE, para operadores de escritórios de BPO.
- Como testar antes de virar a chave. Focus group com alunas atuais, lançamento semente com pré-inscrição, ou teste de página com a narrativa nova.
- Precificação e notas de corte. Quanto custa cada nível e qual o critério objetivo de passagem, para o comercial saber direcionar.
- Valéria: montar a planilha de níveis (conhecimento, habilidade, ação, resultado esperado de faturamento e modelo de negócio); validar o método ROE e mandar o que tiver dele; trazer a posição sobre Escola ou esteira; testar a introdução do ROE e a linguagem de programa de implementação no webinar; passar quem é o aluno vindo do Eliandro e qual expectativa não foi atendida lá.
- Ju: mandar por escrito a orientação de preenchimento da planilha de níveis; montar o plano de ação por produto, começando pelo AFV e pelo programa de implementação; listar no grupo tarefas e prazos até o próximo encontro.
- Julia: assumir a conferência das edições e da publicação dos materiais.
- Em aberto: segunda reunião, se a Valéria quiser mais um papo antes de fechar a decisão estratégica; possibilidade de a FSA prestar serviço de roteirização e criação de materiais, com orçamento à parte.
- A premissa do AFV. Ele precisa ser ridiculamente simples, porque a aluna tem que avançar rápido e não ficar retida. Pela planilha de níveis, quem está no nível 1 não tem negócio ainda e busca segurança técnica, então o AFV é o curso mais técnico da esteira.
- O onboarding como tradução da promessa. A VSL faz a promessa, o onboarding faz a missão: o que a gente espera dela. Ali entram a apresentação da jornada, a pesquisa de perfil, a definição de objetivos e o plano de estudos.
- Os dois jeitos de viver a jornada. Já no onboarding a aluna descobre que pode fazer o técnico primeiro ou fazer os dois níveis juntos, entrando no PI desde o início. Partimos do princípio de que ela não viu o vídeo de upsell.
- O ROE nos dois vieses. O ROE dela (rotina, organização e inteligência do próprio trabalho) entra no módulo de mentalidade. O ROE do cliente estrutura os três módulos técnicos, na sequência do método.
- As barreiras reais da aluna. Não saber se comunicar com o cliente, medo de rejeição na prospecção, vergonha de se expor, e assistir a aula sem aplicar. Essas barreiras viram insumo para desenhar os entregáveis dos dois produtos.
- Trello e Play BPO. Como o Play BPO agora libera duas empresas no gratuito, ficou clara a oportunidade de unificar e tirar o Trello.
- O programa de implementação. Ele não precisa de conteúdo novo, porque o conteúdo dele é o AFV. Precisa de onboarding, de ciclos que se repetem, de imersões práticas e de sessões de dúvidas.
- O AFV terá cinco módulos mais um bônus: Boas-vindas, Ser Assistente Financeira (mentalidade), Rotina, Organização, Inteligência, mais o bônus de Conquistando seu Primeiro Cliente.
- Os dois primeiros módulos serão gravados do zero. Não dá para remendar, porque a oferta do PI precisa estar na narrativa e não num texto que ninguém lê. Os três técnicos aproveitam boa parte do que existe.
- Cada módulo abre dizendo o marco de vitória e fecha com um formulário de uma pergunta que desbloqueia uma ferramenta.
- O curso termina no simulado de fechamento. Caso padrão para todas, com dificuldade real de cliente. Ela entrega, responde o quiz, recebe o certificado e ganha o simulado respondido como estado da arte. Vira também o primeiro portfólio dela.
- O módulo bônus fica, na ordem preço, proposta, perfil, prospecção e venda. Preço e proposta vêm antes para tirar a barreira do "nem sei quanto cobrar".
- Perfil não é rede social, é o perfil de comunicação e apresentação. A regra: fale sobre o que você faz onde quer que você esteja.
- Trello sai, Play BPO entra. Melhor todo mundo no mesmo sistema, principalmente para o PI.
- O manual do AFV será um PDF, com checklist por módulo, resumo das aulas e lista de ferramentas. Nada de Notion, que tem adesão baixa. Feito depois das gravações.
- As ferramentas serão divididas entre AFV e PI. Tudo é apresentado como ferramenta do PI, e algumas a gente libera no AFV como desbloqueio de marco.
- O PI será estruturado em ciclos, com imersões práticas mensais (roleplay comercial, construção de proposta, planejamento de prospecção) e sessões de dúvidas divididas em técnica e negócio.
- A promessa do PI será chegar a 5 mil por mês em seis meses, cerca de um cliente novo por mês. Ritmo realista.
- O módulo de vendas vira um mini curso à parte, curso dentro do curso, para o comercial ter na mão como carta separada.
- O PAF vai morrer. Em vez do PAF Extensão, trazer a base para o AFV com uma oferta que inclua a atualização mais tempo de PI.
- A ordem de execução: primeiro o AFV, depois o PI.
- Valéria: definir quais aulas atuais se aproveitam em cada pilar do ROE; devolver o cronograma de gravação; responder as dúvidas em aberto do desenho; recuperar e editar os materiais de prospecção da Gara e da Thaís; conversar com o lançador sobre a virada da nova versão.
- Julia: levantar as dúvidas reais do MPP com a Tante e com IA no grupo; puxar as mentoras para trazerem vivências; implementar o webinário ao vivo e avaliar para virar Ao Vivo Fake.
- Ju: entregar a jornada do aluno desenhada e o plano de ação, e construir o dossiê de produto.
Agendamento pelo grupo de WhatsApp exclusivo.
Tarefas
em andamento.
Com a jornada do AFV desenhada, o foco agora é transformar isso em cronograma de gravação e começar a produzir.
O desconto do PI (como oferecer sem complicar o filtro de quem já comprou) · O PAF Extensão (o que fazer com ele e como resgatar essa base para o AFV) · A virada da nova versão (o que dar para a base atual e como comunicar)
Entregável da equipe MSA
Modelo de planilha de controle de mentoria — para acompanhar checkpoints, marcos e progresso das alunas.
Abrir planilha no Google Sheets →Sessões
coletivas.
Quinzenais, às quintas-feiras, 14h30–15h30. Clique em cada sessão para ver os to-dos.
Sessões gravadas disponíveis na Curseduca.
O seu
diagnóstico.
O retrato do seu negócio e dos seus três produtos, construído a partir do diagnóstico inicial, dos números da operação e da análise das áreas de membros. Clique para ler cada relatório aqui mesmo, ou exporte em PDF para guardar.
Diagnóstico de Negócio
Mentoria Eleve
Formação AFV do Zero
Projeto de Aceleração
O novo
AFV do Zero.
A jornada redesenhada na sessão de 02 de setembro: cinco módulos, o simulado de fechamento e o bônus de vendas. Menos conteúdo solto, mais direção, marcos e ferramentas.
Plano de ação
Dossiê de produto
Jornada do aluno
Programa de
Implementação.
O degrau que leva a aluna do conhecimento à prática, e do primeiro cliente até os cinco mil por mês. O desenho está fechado e aguardando as últimas decisões.
Dossiê de produto
Marcos e
vitórias.
Tudo que for conquistado ao longo dessa jornada fica registrado aqui.
O que destrava o próximo marco
1. As dúvidas do desenho. Onde fica o exercício prático do onboarding, se as aulas de mentalidade são regravadas, e a duração de cada módulo. Estão na última aba da planilha da jornada.
2. O cronograma de gravação. Com as aulas definidas aula por aula, a produção do novo AFV começa e o mês 4 destrava.
Os próximos marcos aparecem aqui ao longo da jornada.